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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

10 livros que viraram filmes




Há quem goste de ler um bom livro, mas há também quem prefira conferir uma aclamada adaptação para o cinema ou televisão ao invés de folhear as páginas de uma obra. Numa tentativa de agradar a todos os gostos e estilos, diretores e produtores transformaram diversos best-sellers em filmes ao longo das últimas décadas.
Dentre tantas opções, o 10 + desta semana selecionou algumas das adaptações mais conhecidas do cinema mundial, independente de terem sido grandes produções ou fracassos de crítica e/ou bilheteria.
Deixamos de lado alguns longas muito óbvios como a saga de Harry Potter (J.K. Roling) a trilogia de O Senhor dos Anéis (J.R.R. Tolkien), a leva de filmes teen baseados no livro Crepúsculo (Stephenie Meyer), o emocionante Marley e Eu (John Grogan) e polêmico O Código da Vinci (Dan Brown). Confira a nossa seleção!


O Diário de Bridget Jones


O livro de Helen Fielding deu origem em 2001 a uma comédia romântica britânica, dirigida por Sharon Maguire. Com Renée Zellweger no papel principal, a história traz o dia a dia de uma solteirona de 30 anos. Um pouco cheiinha, Bridget vive se metendo em uma confusão atrás da outra por causa de sua necessidade de encontrar um namorado. Quando nada dá certo, qual a solução? Afogar as mágoas com [muito mais que] um belo pedaço de pizza, seguido por uma deliciosa torta de creme e muito chocolate e sorvete.

Para quem não sabe, a atriz precisou engordar mais de 10 kg para viver a gordinha mais querida e atrapalhada do mundo do cinema.



O Colecionador de Ossos


Com Denzel Washington e Angelina Jolie no elenco, o longa norte-americano de 1999 teve como base a obra homônima de Jeff Deaver. O conceituado policial Lincoln Rhyme sofre um acidente que o deixa tetraplégico, pensando até mesmo em suicídio. Sua vida, no entanto, vira de cabeça para baixo quando um serial killer com um hábito bastante peculiar - o de remover os ossos de suas vítimas - começa a cometer assassinatos na cidade. A policial novata Amelia Donaghy o ajuda nesta investigação, já que ele está imobilizado em sua cama.



Laranja Mecânica


Esse é um daqueles casos inversos, em que o público afirma que o filme consegue ser muito melhor do que o próprio livro, escrito em 1962 por Anthony Burgess. Dirigido pelo renomado Stanley Kubrick, a produção tornou-se um clássico do cinema, um estilo inovador, polêmico e primoroso segundo o blog Olhar de um Crítico.

Alex é o líder de uma gangue de jovens delinquentes que sentem prazer em roubar, bater, estuprar e cometer todo o tipo de atos de violência pelas ruas da cidade de Londres. O protagonista vivido por Malcolm McDowell é preso e vira cobaia de uma experiência criada pelo Estado, chamada "Método Ludovico", que tem o objetivo de regenerá-lo.



O Fantasma da Ópera


A novela francesa escrita por Gaston Leroux, publicada pela primeira vez em 1910, já ganhou diversas adaptações não só para o cinema, mas também para o teatro, principalmente na Broadway. A história original se passa no século XIX, na mal assombrada Ópera de Paris, segundo seus funcionários. Há um "fantasma" que, quando se apaixona pelo jovem bailarina Christine Daaé, tenta levá-la para o seu "mundo subterrâneo". A adaptação mais atual para o cinema foi dirigida por Joel Schumacher e contou com Gerard Butler (Fantasma) e Emmy Rossum (Christine) no elenco.


O Exorcista


O thriller foi baseado no livro de William Peter Blatty, publicado em 1971, e há boatos de que a história tenha sido baseada em fatos reais, segundo relato de um padre norte-americano que afirmou ter feito o exorcismo de um demônio em um menino de 13 anos em 1949.

A história trás a menina Regan, que fica "doente" de forma inexplicável, passando a ter distúrbios paranormais, alterações físicas e ganhando poderes sobrenaturais. O Exorcista fez tanto sucesso que levou duas estatuetas no Oscar de 1974 ("Melhor Roteiro Adaptado" e "Melhor Som"), além de ter recebido outras oito indicações. O filme homônimo foi lançado em 1973 e, mesmo assim, é capaz de causar medo nos espectadores até hoje!


O Talentoso Ripley


Escrito por Patricia Highsmith em 1955, O Talentoso Ripley conta a história de Tom (vivido no filme de suspense de 1999 por Matt Damon), um homem com o dom de imitar, perfeitamente, as características de uma pessoa. Ele é capaz de plagiar assinatura, voz, trejeitos, personalidade e qualquer outra característica de uma pessoa, a ponto de conseguir assumir a identidade de outrem. E é exatamente isso o que acontece quando Ripley acaba assassinando seu amigo Dickie (Jude Law) e decidindo se passar por ele.


Chocolate


O romance de Joanne Harris (1999) conta a história de Vianne Rocher, uma mãe solteira que se muda para uma cidade rural da França. Lá, ela abre uma loja de chocolates em frente à igreja local - o que faz a população julgá-la como subversora da ordem e da moral no local. Aos poucos, Vianne conquista a confiança dos moradores da vila. Produzido pelo cineasta sueco Lasse Hallström no ano seguinte ao lançamento do livro, Chocolate traz Juliette Binoche e Johnny Depp em deliciosas cenas que misturam desejo e, é claro, muito chocolate...


O Segredo de Brokeback Mountain


A autora Anne Proulx lançou pela primeira vez em 1997 (na revista The New Yorker) o conto que viria chocar a sociedade em geral e quebrar tabus e paradigmas da época. Durante o verão de 1963, os jovens vaqueiros Jack (Jake Gyllenhaal) e Ennis (Heath Ledger) se conhecem e, depois de muito conviverem a sós, não conseguem controlar a paixão que se estabelece entre os dois. A dramática história de amor vivida pelo casal gay dura mais de 20 anos.

Com direção de Ang Lee, o filme (2005) ganhou o Oscar 2006 em três categorias, mas o prêmio mais interessante foi o de "Melhor Cena de Beijo", entregue pelo MTV Movie Awards em 2006.


O Silêncio dos Inocentes


O suspense policial norte-americano de 1991 foi baseado no livro homônimo de Thomas Harris, publicado em 1989. Clarice Starling, uma jovem treinada do FBI, precisa capturar um serial killer que está à solta nos Estados Unidos. Para tal, a personagem de Jodie Foster entrevista o psiquiatra Hannibal Lecter, um psicopata canibal que foi preso e condenado ao corredor da morte. Apenas uma mente insana como a de um criminoso sanguinário pode lhe ajudar a desvendar os crimes.

O filme, que recebeu cinco estatuetas no Oscar de 1992, traz o ator Anthony Hopkins no papel do Dr. Hannibal Lecter.


Planeta dos Macacos


Idealizado pelo escritor francês Pierre Boulle em 1963, Planeta dos Macacos conta a história do astronauta Leo Davidson (Mark Wahlberg) que, dentro da espaçonave, sofre um acidente por causa de uma tempestade eletromagnética. O rapaz vai parar num planeta desconhecido, onde primatas vivendo em comunidade dominam a espécie humana, escravizando-a. Leo não concorda com a situação de opressão e, por se tornar uma ameaça à ordem do planeta, passa a ser caçado, causando uma verdadeira revolução naquele mundo.

O enredo teve duas adaptações para o cinema: a de Franklin J. Schaffner em 1968; e a mais comum, dirigida por Tim Burton em 2001. Na década de 70, o longa de Schaffner teve ainda quatro continuações.


***

É válido lembrar que muitos outros livros tornaram-se filmes de sucesso.













 Por: Amanda Tarnowski

Diferença entre Adjunto Adnominal e Complemento Nominal




Há nomes que, por não terem sentido completo, exigem um termo para completá-los. Esse termo é chamado complemento nominal e inicia-se sempre por preposição.


Exemplos:


Impedimos a derrubada da mata.


DERRUBADA: nome incompleto (substantivo)


DA MATA: complemento nominal


Você é igual a ele.


IGUAL: nome incompleto (adjetivo)


A ELE: complemento nominal


Todos tiveram medo do ladrão.


MEDO: nome incompleto (substantivo)


DO LADRÃO: complemento nominal


OBSERVAÇÃO. O adjunto adnominal pode, às vezes, ser iniciado por preposição.


Exemplo: A casa de madeira caiu.


O complemento nominal sempre é iniciado por preposição. Isso pode gerar, em certas frases, sérias dúvidas quanto à função do termo em estudo.


Assim, quando um termo estiver se referindo a um nome e estiver iniciado por preposição, ele será ou adjunto adnominal ou complemento nominal. Para distinguir um do outro, é conveniente usar, como critério auxiliar da análise, as orientações seguintes:


Principais diferenças entre o complemento nominal e o adjunto adnominal.


1.ª diferença:


O adjunto adnominal só se refere a substantivos (tanto concretos como abstratos).


O complemento nominal refere-se a substantivos (só abstratos), a adjetivos e a advérbios.


2.ª diferença:


O adjunto adnominal pratica a ação expressa pelo nome a que se refere.


O complemento nominal recebe a ação expressa pelo nome a que se refere.


3.ª diferença:


O adjunto adnominal pode indicar posse.


O complemento nominal nunca indica posse.


Exemplos de aplicação dos critérios acima:


As ruas de terra serão asfaltadas.


RUAS: nome (substantivo)


DE TERRA é adjunto adnominal ou complemento nominal?


Note que DE TERRA refere-se ao nome RUAS, que é um substantivo concreto (considerando a classe gramatical). Pelo 1.º critério, podemos concluir que DE TERRA só pode ser adjunto adnominal, pois o complemento nominal não se refere a substantivo concreto. Então, DE TERRA: adjunto adnominal.


A rua é paralela ao rio.


PARALELA: nome (adjetivo)


AO RIO: complemento nominal ou adjunto adnominal?


O termo AO RIO está se referindo a PARALELA, que é um adjetivo (considerando a classe gramatical). Usando o 1.º critério, podemos concjuir eu ao rio só pode ser complemento nominal, já que o adjunto adnominal nunca se refere a adjetivo.


As críticas ao diretor eram infundadas.


CRÍTICAS: nome (substantivo)


AO DIRETOR: complemento nominal ou adjunto adnominal?


Observe que CRÍTICAS expressa uma ação (ação de criticar). O termo AO DIRETOR é que recebe as críticas (o diretor é criticado). Usando o segundo critério, podemos concluir que AO DIRETOR é um complemento nominal.


As críticas do diretor eram infundadas.


CRÍTICAS: nome (substantivo)


Agora, o termo DO DIRETOR é adjunto adnominal, pois ele pratica a ação expressa pelo nome CRÍTICAS. 











Por: Amanda Tarnowski 

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Adjunto Adverbial






É o termo da oração que indica uma circunstância (dando ideia de tempo, lugar, modo, causa, finalidade, etc.). O adjunto adverbialé o termo que modifica o sentido de um verbo, de um adjetivo ou de um advérbio. Observe as frases abaixo:

Eles se respeitam muito.

Seu projeto é muito interessante.

O time jogou muito mal.

Nessas três orações, muito é adjunto adverbial de intensidade.

Veja o exemplo abaixo:

Amanhã voltarei de bicicleta àquela velha praça.

Os termos em destaque estão indicando as seguintes circunstâncias:

amanhã indica tempo;

de bicicleta indica meio;

àquela velha praça indica lugar.
  
Sabendo que a classificação do adjunto adverbial se relaciona com a circunstância por ele expressa, os termos acima podem ser classificados, respectivamente em: adjunto adverbial de tempo, adjunto adverbial de meio e adjunto adverbial de lugar.





Por: Amanda Tarnowski



Adjunto Adnominal





É o termo que determina, especifica ou explica um substantivo. O adjunto adnominal possui função adjetiva na oração, a qual pode ser desempenhada por adjetivos, locuções adjetivas, artigos, pronomes adjetivos e numerais adjetivos. Veja o exemplo a seguir:
O poeta inovador
enviou
dois longos trabalhos
ao seu amigo de infância.
Sujeito
Núcleo do Predicado Verbal
Objeto Direto
Objeto Indireto
a oração acima, os substantivos poeta, trabalhos e amigo são núcleos, respectivamente, do sujeito determinado simples, do objeto direto e do objeto indireto. 





Por: Amanda Tarnowski

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Ensaio sobre a cegueira



Um romance de José Saramago, nos faz refletir e até certo ponto temer a humanidade.
Dirigido por Fernando Meirelles e produzido pelo Brasil, Japão e Canadá o filme nos trás de forma muito bem adaptada a obra do escritor português.

O livro e o filme trazem de forma impactante e de certa forma incômoda uma doença onde as pessoas ficam cegas. O primeiro caso se dá no Japão quando um motorista (Yusuke) não consegue mais dirigir por ter ficado cego, ao ir ao oftalmologista, o médico não descobre nada a respeito da pressuposta cegueira, e logo depois todos que tiveram contato com Yusuke ficam cegos também, sua esposa que o levou para o médico, o ladrão que roubou seu carro logo após ajuda-lo a chegar em casa, o médico e os pacientes da sala de espera do consultório - também ficam cegos. O governo trata a doença como uma epidemia e imediatamente coloca de quarentena os doentes, em uma instalação vigiada o tempo todo por soldados armados.


Muitas vezes a mulher do médico, que foi a unica que não foi contaminada pela doença mais se disse cega só para acompanhar o marido na reclusão, se perguntou quais são o valores da visão em um mundo de cegos ?


O livro apesar de sua filosofia, é grotesco, bruto e sujo, a descrição de um estupro coletivo de uma mulher que troca seu corpo por alimento, da mulher do médico que vê os cães comerem um cadáver, além do tormento psicológico e físico das personagens.
 O filme não retrata explicitamente essas cenas, mas não minimiza seu impacto.




LINKS :


TRAILER DO FILME

CENAS DO FILME

Por: Amanda Tarnowski